O grande valor da maternidade

Nosso blog volta-se, especialmente, para defesa e promoção da dignidade e da vocação da mulher, atendo-se ao papel vivo e operante que ela assume perante a sociedade. Não poderíamos, portanto, deixar passar em branco uma data em que se celebra a mais rica de todas suas responsabilidades e que lhe é tão própria: a maternidade.


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Ser mãe é uma escolha de vida bela e grandiosa que implica dar a própria vida. Essa abertura especial para gerar e criar uma nova pessoa está ligada com a estrutura pessoal e o dom de ser mulher.

Não é difícil imaginar, então, quão imenso é o comprometimento exigido para que se cumpra com esmero essa importante tarefa. Além de ser algo muito trabalhoso, todo o cuidado dedicado aos filhos deve ser pensado prudentemente, atentando-se para a melhor abordagem a ser adotada nas diferentes etapas de desenvolvimento da criança.

O zelo da maternidade consiste numas das maiores (se não, a maior) influências na vida de seus filhos, sendo seus efeitos sentidos nas diversas esferas sociais. Uma boa criação, geralmente, implica a geração de indivíduos equilibrados e comprometidos, enquanto eventuais falhas ou ausências podem comprometer a formação moral e psíquica. Diria, inclusive, que são as mães que tornam uma sociedade mais humana ao demonstrar ternura e transmitir tantas lições morais.

Muito preocupante é, entretanto, o fenômeno que tem se difundido atualmente de que mais vale investir em uma carreira profissional do que dedicar-se à maternidade, ficando essa em segundo plano. Isso se deve, principalmente a mentalidade de que seu bem-estar é mais importante do que o bem comum. “Por que EU iria sacrificar meu sucesso profissional para cuidar de filhos? ” “Por que EU iria me colocar em uma situação que só me trará trabalho e dor de cabeça? ” “O que EU iria ganhar com tudo isso? ”

Para uma pessoa que pensa assim, dar a vida a outro simplesmente não faz menor sentido, é perca de tempo, demonstrando um reflexo puro do egocentrismo. Nesses casos, o pensamento foi corrompido de uma forma que não conseguem mais enxergar o valor imensurável que a maternidade tem para sociedade e para si própria.

Outras, quando viram mãe, têm dificuldades em conciliar isso com seu trabalho, confiando os cuidados de seus filhos a terceiros. E, infelizmente, o que se observa é que muitas mulheres estão cada vez menos sensíveis às consequências de sua ausência nos seus filhos: o colo e o consolo materno são insubstituíveis. E por mais que sua intuição aponte o contrário, são levadas a ignorar sua própria consciência para atender a exigências da sociedade moderna.

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Para resgatar o reconhecimento do valor real da maternidade, precisa-se reafirmar a natureza da mulher enquanto aquela que gera a vida e dá todo suporte feminino necessário para o desenvolvimento do indivíduo, restaurando, também, a vivência da benevolência enquanto uma doação da própria vida em prol do outro (seu próprio filho) e, consequentemente, em prol da sociedade (já que se contribui para boa formação de indivíduos).

Pode-se dizer que uma boa mãe é aquela que tem capacidade sincera de acolher, de perdoar, de dar força e de infundir confiança e esperança. Se ela escolheu nos oferecer sua própria vida de forma tão bela e grandiosa em dedicação a nós, o mínimo que nos resta é retribuir com gratidão e carinho. Obrigada a todas mamães por buscarem dá o seu melhor por nós!

Por Letícia Braga

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