Confira a resenha da nossa Palestra sobre Feminilidade

Neste domingo (10.07), tive o prazer de palestrar no Grupo Pentecostes em Fortaleza-CE sobre Feminilidade! Com a platéia formada 100% por mulheres, o ponto central abordado foi a dignidade da mulher com base na Carta Apostólica do Papa São João Paulo II, Mulieris Dignitatem.

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Ao longo da palestra fui tratando sobre a importância de se ter a natureza feminina bem definida e vivida enquanto tal – assim como a masculina – a medida que as diferenças entre elas, longe de ser um sinal de superioridade ou inferioridade, constituem a riqueza do relacionamento humano e que devem trabalhar em complementariedade.

Ao encarar oeu problema da corrupção da dignidade feminina que se observa constantemente ao longo da história, busquei deixar claro que isso é exatamente consequência da degradação da ordem natural das coisas tal como Deus criou. E que as maiores atrocidades cometidas contra a mulher se dá exatamente no momento em que se deixa de enxergar sua dignidade infinita tal como fora criada para enxergá-la como um objeto.

Desse modo, a luta contra essa mácula, passa por questões morais que, mais do que serem ignoradas pelos principais movimentos que se dizem a favor da mulher, estão sendo mitigadas. Conduzir a masculinização da mulher ou desconstruir as diferenças entre os sexos, longe de ser a solução, conduz uma frustração generalizada da sociedade.

Daí se percebe a relevância de nós, mulheres, assumirmos nossa própria originalidade feminina para resguardar nossa riqueza essencial. Caso contrário, acaba-se com a diversidade específica que advém da natureza do homem e da mulher e empobrece-se tragicamente a sociedade.

E como assumir nossa verdadeira identidade? Seguindo a nossa vocação/missão central: AMANDO! Precisamos amar ao próximo como verdadeiras mães. Um amor doce, que sabe olhar para o outro com uma empatia e cuidado que só nós mulheres somos capazes. E, nesse ponto, não pude deixar de falar da Santa Maria, aquela que viveu plenamente a feminilidade e, por isso, fez-se a maior de todas as mulheres que existiram e hão de existir. Que por suas virtudes, será eternamente exaltada e inspirará a vida de tantos até o final dos tempos.

Só que, para isso, precisamos nos comprometer, sermos fortes e responsáveis, enquanto se percebe no mundo uma tendência exatamente oposta: em que o amor se faz tão efêmero quanto os prazeres, que os compromissos são tão mutáveis quanto os humores e a fortaleza se resume a uma máscara que encobre um vazio interior. Em outras palavras, precisamos ser maduros frente a uma sociedade infantilizada.

Concluí, então, que o que todas(os) nós queremos, no fundo, é sermos felizes. E essa felicidade passa exatamente pela nosso autoconhecimento, aceitação da nossa natureza e uma busca incessável por aprimoramento desta. Que possamos, assim, sermos mulheres autênticas e virtuosas, que busca viver sua maternidade plenamente.

Enfim, essa foi minha tentativa de repassar um pouco do que fora exposto ao longo da palestra, já que esta não fora gravada. Espero que tenham gostado!

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Por Letícia Braga

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