Descobrir-se

As lembranças que tenho da moda e do jeito de me vestir são da infância. Ainda com um corpo magricelo, eu era uma menina que gostava de cores fortes, principalmente o vermelho. Quando ganhava algo nessa tonalidade, ficava bastante feliz.

Fui crescendo, ganhando curvas e engordando. Normal, né? Mas ao contrário do que se esperava, eu comecei a ter certa aversão por moda. Me achava fora dos “padrões” impostos.

Daí, surgiram várias “sugestões” para que eu estivesse em voga: piercings no umbigo, barriga de fora, top cropped e os decotes com tule. Mas sabe quando você nunca se sente à vontade com alguma roupa?

Na adolescência, por influência, ainda ensaiei vários looks desagradáveis para mim e lindos para os outros. Me achava apertada, ficava puxando a roupa, o tempo todo incomodada. Até sentindo uma espécie de vergonha ao me “mostrar” com aquelas vestimentas.

Com o tempo, fui me conhecendo e reconhecendo aquilo que eu realmente gostava. E principalmente, como eu queria que as pessoas me vissem. Definitivamente detesto decotes. Não porque alguém me disse que é errado usar… É simplesmente porque me sinto mal ao usar. Sinto que estou sendo olhada de uma maneira que rechaço. A sensação é de que estou sendo alguém que não conheço.

O que quero dizer com esse texto, meninas, é que não tem nada de errado em não seguir modas ou influências. Também não é para deixar de ser cuidar. O que realmente é importa é se descobrir e identificar quem você é e o que você deseja para si.

Chega de se importar apenas com a opinião dos outros! Se olhe hoje no espelho e tente refletir sobre sua verdadeira identidade. É hora de olhar pra si e realmente colocar quem você é para fora!

Se você se identifica com o texto, manda mensagem para a gente 😀

Hayanne

12 situações que só quem busca se vestir com modéstia entende

Sabe aquelas situações recorrentes na vida de quem busca se vesti com modéstia? O nosso blog fez uma seleção de gifs para encará-las de forma bem descontraída:

1. Quando você passa a entender a modéstia e olha para seu antigo guarda-roupa.

  1. bloggif_58d7cfee21604“Não tenho absolutamente nada para vestir”

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Quando descobri meu estilo próprio

Talvez, nessa busca incessante por alguém que te represente de forma fiel, cause mais incomodo que conforto. Eu era uma dessas pessoas, que busca alguém em que se espalhar. Não sabia ao certo onde me encaixava na questão do vestir-se. Sempre gostei de estilos diversos, que não se comunicavam tanto.

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Mudando de dentro para fora

Desde pequena, amei escutar a história de cada um, assim podia entender o que havia dentro que refletia na parte de fora. Aquele velho ditado do “interior para o exterior”. Junte isso à atração pela moda e tendências presentes no universo feminino. Acabei construindo um estilo, que combinava com minha forma de me comunicar, revelando o que eu sentia e vivenciava.

guarda-roupa-modestia

Mas foi na fase de jovem adulta que conheci a virtude da modéstia e desconstruí algumas “verdades”. Aliás, ela – a modéstia – sempre esteve ali, presente ou vagando entre os pensamentos. Porém a ideia clara se apresentou de forma mais consistente depois. Com o conhecimento, a virtude foi se ampliando e moldando os traços de minha personalidade. E assim continua.

O resultado disso é que, na forma de me vestir, posso mostrar quem eu sou e como gosto de viver: modestamente. O problema é que, por ser uma decisão mais recente, meu guarda-roupa não está nem perto do ideal que gostaria. Como todo processo na vida leva tempo e dedicação, não tem sido diferente para mudar o meu estilo.

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